Sexo na água
- Redação Saúde Minuto
- 25/02/2022
- Assuntos Delicados Bem-estar
Fazer sexo na água já deixou de ser uma ideia inovadora e se consagrou como um clássico quando o assunto é procurar maneiras diferentes de apimentar a relação.
Modalidade queridinha dos brasileiros, transar em piscinas, banheiras e até no mar, pode ser refrescante e facilitar aquelas posições mais difíceis de fazer na cama, já que a água deixa o corpo mais leve e aumenta as possibilidades de diversão.
O problema é que sem lubrificação, a penetração fica mais complicada de acontecer e aumenta o atrito da pele, causando micro lesões, machucados, infecções que podem evoluir para infecção urinária, além de facilitar a transmissão de IST ‘s. A saúde dos órgãos genitais também pode ser comprometida, pois o cloro presente na água da piscina e o sal e a areia presentes na água do mar, podem comprometer a microbiota vaginal, por exemplo. Dependendo da posição e intensidade escolhidas para realizar esta fantasia, a água pode entrar pelo canal vaginal, passar pelo útero e chegar até às trompas, causando infecções mais sérias.
Se a vontade estiver muito grande, não deixe de usar lubrificantes à base de água e preservativos. Fuja de lugares públicos com grande movimentação de pessoas, como praias mais populares e vá com calma.
A pressa é inimiga da perfeição, lembra?
Texto por Ricardo Lemes | Redação Saúde Minuto