Explorando estimulantes sexuais: Efeitos, riscos e limites
- Redação Saúde Minuto
- 04/08/2023
- Assuntos Delicados Saúde
Muitas vezes ao termos relações sexuais, acabamos por precisar da ajuda de estimulantes para que possamos aproveitar melhor a relação e por mais tempo. Eles não trazem apenas benefícios e por isso é preciso que se tome cuidado
Como eles agem no corpo?
Estimulantes sexuais agem no corpo aumentando os níveis de óxido nítrico, o que provoca a dilatação dos vasos sanguíneos do pênis , o fazendo ter uma maior irrigação sanguínea. Isso ajuda a a ocorrência da ereção, que acontece com mais facilidade.
Que tipos de estimulantes existem? O que eles fazem?
Existem vários tipos de estimulantes sexuais:
- Cosméticos: Eles ajudam a aumentar a sensibilidade e o prazer sexual.
- Ingeríveis: Potencializam a libido,
- Ervas naturais: Melhoram a disposição sexual
Existem muitos outros e todos tem como função geral, melhorar o desempenho sexual e a sensibilidade nas áreas mais erógenas do nosso corpo.

No que essa função pode ser benéfica?
Esses estimulantes trazem benefícios principalmente para quem enfrenta dificuldades sexuais: disfunção erétil, baixa libido, etc. Além de conseguir melhorar a autoestima e a satisfação sexual, eles ajudam a fortalecer a conexão entre os parceiros.
Eles podem causar problemas? Que cuidados é preciso tomar?
Eles podem sim causar problemas quando não usados da forma e com a quantidade corretas. Junto dessa consciência, é preciso tomar alguns cuidados:
- Consulte um profissional de saúde antes de usar qualquer tipo de estimulante, seguindo as dosagens recomendadas. E caso achar necessário, procure ajuda psicológica para não arriscar uma possível dependência dessas substâncias
- Verificar possíveis contraindicações, evitando assim possíveis problemas e efeitos colaterais.
- Não depender exclusivamente desses produtos para influenciar seu desempenho sexual.
- Além disso, é crucial evitar o uso de estimulantes não aprovados pela Anvisa! Já que eles podem apresentar perigos graves à saúde.
Texto por Isabela Figueiredo | Redação Saúde Minuto